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Redes de Monitoramento Cidadão fazem análise de consistência de indicadores públicos

October 9, 2017

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Florianópolis recebe Rede de Monitoramento Cidadão

April 26, 2017

Fotos: Gil Guzzo / O FOTOGRÁFICO

Representantes da sociedade civil, academia, setor produtivo e comunicação lotaram o auditório da FIESC, nesta segunda-feira (24/04), para a apresentação da Rede de Monitoramento Cidadão de Florianópolis. A rede vai reunir a sociedade para discutir a sustentabilidade da cidade, e vai acompanhar inicialmente 137 indicadores relacionados ao desenvolvimento da Capital Catarinense.
 

A solenidade contou com a presença do Prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (acima). Na oportunidade, o Prefeito declarou seu apoio à Rede de Monitoramento Cidadão e destacou a importância de trabalhar em parceria no acompanhamento de indicadores da cidade.

Os temas prioritários para Florianópolis são gestão do saneamento básico, mobilidade e transporte, uso do solo e ordenamento territorial, vulnerabilidade a desastres naturais e mudança do clima, gestão pública moderna, gestão fiscal e conectividade. Essas áreas foram consideradas críticas no Plano de Ação Florianópolis Sustentável, lançado em 2015 pela Prefeitura.

Na composição da Comissão Executiva da rede estão a associação FloripAmanhã - Presidência (centro da foto), a Universidade Federal de Santa Catarina - Vice-Presidência Técnica (à esquerda) e a RIC TV Record - Vice-Presidência Administrativa (à direita).

As entidades participantes também elegeram representantes dos Grupos Estratégicos da Rede (acima, a partir da esquerda): o GE de Monitoramento será coordenado pelo Observatório Social de Florianópolis, o de Comunicação pela RIC TV Record, o de Inteligência pela UFSC e o de Competitividade, pela FIESC.

No Conselho Fiscal estão a OAB/SC, o Conselho Regional de Contabilidade e a Associação de Mulheres de Negócio e Profissionais (BPW) Florianópolis.
 

Anita Pires, presidente da FloripAmanhã, mobilizou os participantes do encontro: "Temos que reinventar a vida na cidade, e isso é uma missão coletiva, vai depender de cada um nós. Florianópolis não é somente a Prefeitura, só a Câmara Municipal, Florianópolis somos nós." E completou: “Os indicadores e pesquisas vão ajudar as entidades na sua atuação com informações concretas. A Rede é uma ferramenta que vai trazer transparência e com isso contribuir também no combate à corrupção”.
 

O coordenador nacional das Redes de Monitoramento Cidadão pela Baobá - Práticas Sustentáveis, Fernando Penedo, falou sobre importância da iniciativa: "A Rede tem o grande desafio de trazer a população para acompanhar o futuro da cidade. Coletamos indicadores, trabalhamos esse conhecimento e vamos distribuir para toda a sociedade, de forma que esse conhecimento possa ser útil para toda a participação social na vida política da cidade. O que nós queremos é uma Florianópolis sustentável. E trabalhando juntos, em um pauta colaborativa com a gestão pública, a chance de construir essa cidade desejada é muito maior."
 

Conheça as entidades participantes (por ordem alfabética):
Associação de Desenvolvimento Comunitário (ADECOM) de Jurerê, Associação de Mulheres de Negócio e Profissionais (BPW) Florianópolis, Associação FloripAmanhã, Conecta Call Center, Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina, Fecomércio, FIESC, Fundação Certi, Instituto Lixo Zero Brasil, Observatório Social de Florianópolis, RIC TV Record, Sapiens Parque, Sinduscon, UFSC e Unisociesc. Outras 15 pessoas físicas também se associaram à Rede.
 

O que é a Rede?
A Rede de Monitoramento Cidadão é uma organização externa e independente ao poder público municipal que tem como objetivo principal acompanhar o desempenho do município em temas que impactam diretamente na qualidade de vida dos cidadãos. A rede é parte do programa Cidades Emergentes e Sustentáveis, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que contempla também as cidades de Palmas (TO), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Vitória (ES) e Três Lagoas (MS).  Em Florianópolis, o projeto é financiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa (FSA/Caixa), e tem a Baobá – Práticas Sustentáveis como agente executora.

 

Próximos passos

Além de monitorar a evolução dos indicadores prioritários, a rede vai acompanhar temas como segurança, educação e saúde, entre outros. Os indicadores serão atualizados no segundo semestre. Como um de seus objetivos é a disseminação de informações, a organização vai criar uma plataforma online com dados sobre todas as cidades participantes, para que os cidadãos possam acompanhar o desempenho de políticas públicas desenvolvidas em diversas áreas mapeadas, por meio da evolução desses indicadores. A Rede de Monitoramento Cidadão realizará ainda uma pesquisa de opinião pública para conhecer a percepção dos habitantes sobre esses temas que impactam a qualidade de vida de Florianópolis. 

Galeria (fotos Gil Guzzo / O FOTOGRÁFICO)
 

Metodologia Cidades Emergentes e Sustentáveis

Os indicadores monitorados atualmente pela rede se baseiam na metodologia do Programa Cidades Emergentes e Sustentáveis (CES). A metodologia CES foi criada em 2010 e tem por objetivo ajudar cidades médias e de crescimento acelerado em seus desafios de sustentabilidade, conhecendo suas características, traçando indicadores sobre questões importantes para o seu desenvolvimento, priorizando áreas críticas, elaborando um plano de ação, financiando estudos sobre os temas prioritários e acompanhando a evolução da cidade, por meio de seus indicadores. Até o presente momento, já foi implantada em 71 cidades na América Latina e Caribe.

 

Baobá

A Baobá é especializada em cidades sustentáveis e inteligentes, fortalecimento da sociedade civil, pesquisa de opinião e inteligência de mercado e trabalha de forma extremamente personalizada para que clientes e parceiros alcancem resultados sustentáveis em uma sociedade dinâmica e interligada. Acompanhe as notícias sobre as Redes de Monitoramento Cidadão em https://www.baobasustentabilidade.eco.br/blog

 

BID

O Banco Interamericano de Desenvolvimento tem como missão melhorar vidas. Fundado em 1959, o BID é uma das principais fontes de financiamento de longo prazo para o desenvolvimento econômico, social e institucional da América Latina e o Caribe. O BID também realiza projetos de pesquisa de vanguarda e oferece assessoria sobre políticas, assistência técnica e capacitação a clientes públicos e privados em toda a região.

 

Fundo Socioambiental Caixa

Como parceira estratégica do estado brasileiro no apoio às ações governamentais de redução da pobreza e do combate à exclusão social, a CAIXA criou o Fundo Socioambiental – FSA CAIXA, em 2010, para apoiar financeiramente projetos e ações de caráter social e ambiental, prioritariamente no apoio à população de baixa renda. Dentre os projetos apoiados pelo FSA CAIXA destaca-se a aplicação da metodologia CES nas cidades de João Pessoa, Palmas, Vitória e Florianópolis, resultado de parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O FSA também apoia a implantação das Redes de Monitoramento Cidadão.

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